Este jovem vende livros, o produto mais desvalorizado em Angola. Mas ainda assim consegue se sustentar.
Hilário Abiner é um dos pouquissimos vendedores ambulantes de livros de Cacuaco, em Luanda. Quando ficou órfão, percebeu que precisava de uma fonte alternativa de educação, orientação e aconselhamento que não poderia receber dos pais.
Foi assim que ganhou o hábito de ler livros. Ele apaixonou-se pela leitura.
Para juntar o útil ao agradável, passou a vender alguns livros que lia e tornou-se alfarrabista. Com a venda, foi comprando mais livros que já não cabiam nas suas mãos nem na mochila que carregava. Teve de comprar um carro de mão e andava de rua em rua, de paragem de táxi em paragem de táxi a procura de leitores.
Era difícil, porque a população angolana não tem hábito de leitura. Mas no meio da multidão, era possível encontrar um funcionário público ou um estudante que mostrava interesse e comprava livro.
Assim, ele zungava com os livros a procura de leitores e tentando convencer os peões sobre a importância dos livros.
13 anos depois de ter começado em 2012, ele conseguiu ajudar milhares a obterem conhecimento acessível.
Hoje, Hilário Abiner é um vendedores de livros de referência na vila de cacuaco que fatura em média 200 mil kz kwanzas por mês. O que lhe permite sustentar-se e manter a paixão por livros.
Como costuma dizer o vendedor de livros: “A pessoa que não lê é como carro sem farol”. E você, qual foi o último livro que leu?
Três plataformas para venda de infoprodutos têm ganhado destaque em Angola, nomeadamente: Kubeta, Kwenha e Dude. Um infoproduto é um produto digital de conhecimento ou informação, tal como um curso, um eBook (livro digital), planilhas, aplicativos, softwares e eventos online. Para ganhar dinheiro com essas plataformas basta gravar video-aulas ou escrever e editar um livro, convertê-lo em PDF para depois inserir na plataforma e estar imediatamente disponivel para vendas ao público interessado. As plataformas já possuem sistemas de pagamento online. A cada venda realizada, o autor paga uma percentagem (geralmente 10%) para a plataforma e fica com a maior parte do dinheiro. Por isso, é uma boa forma de partilhar conhecimento e ganhar dinheiro online. Minha recomendação recai para a Kubeta, por ser uma plataforma com boa presença digital (é fácil e rápido de encontrar no Google), imagem muito profissional, páginas que processam rápida e bem organizada. A Kwenha tem um bom podcast e pare...

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