Milhares de crianças em Angola voltam a passar fome e a ficar sem escola gratuita porque o projeto que ajudava elas foi suspenso pelo governo da província do Bengo, uma das localidades mais pobres de Angola.
Tudo começou quando alguns brasileiros publicaram nas redes sociais fotos e videos nas redes sociais demonstrandocompaixão pelo sofrimento de crianças causado pela extrema pobreza, sem que o governo seja capaz de solucionar as necessidades mais báscas dessas crianças.
O video gerou críticas de algumas figuras públicas angolanas, entre elas o cantor C4Pedro. Esse cantor disse que os brasileiros dessa ONG não deveriam se aproveitar da pobreza das crianças para buscar likes nas redes sociais.
A crítca do músico gerou uma onde de contra-criticas e debate acalorado que acabou por influenciar a decisão do governo local de suspender as atividades da ONG alegando violação da Lei, apesar de já existir h+a 8 anos e aparentemente com conhecimento das autoridades.
Mais do que as criticas da postagem dos brasileiro, a suspensão das atividades da ONG gerou revolta nas redes sociais. O povo se voltou contra o cantor C4Pedro e contra a decisão questonando se a prioridade do governo é a BUROCRACIA DO GOVERNO ou resolver o problema das comunidades.
O que a ONG ZUZU FOR AFRICA faz chama-se EMPREENDEDORISMO SOCIAL, que é um tipo de empreendedorismo que consiste em identificar problemas sociais de uma comunidade e encontrar solução para resolver sem esperar ganho financeiro. Ou seja, é uma filantropia.
Mas, em Angola, tudo indica que aquilo que o Governo não consegue fazer, também não deixa ninguém fazer. O QUE VOCE ACHA DISSO? DEIXE SUA OPINIÃO NOS COMENTÁRIOS.
Três plataformas para venda de infoprodutos têm ganhado destaque em Angola, nomeadamente: Kubeta, Kwenha e Dude. Um infoproduto é um produto digital de conhecimento ou informação, tal como um curso, um eBook (livro digital), planilhas, aplicativos, softwares e eventos online. Para ganhar dinheiro com essas plataformas basta gravar video-aulas ou escrever e editar um livro, convertê-lo em PDF para depois inserir na plataforma e estar imediatamente disponivel para vendas ao público interessado. As plataformas já possuem sistemas de pagamento online. A cada venda realizada, o autor paga uma percentagem (geralmente 10%) para a plataforma e fica com a maior parte do dinheiro. Por isso, é uma boa forma de partilhar conhecimento e ganhar dinheiro online. Minha recomendação recai para a Kubeta, por ser uma plataforma com boa presença digital (é fácil e rápido de encontrar no Google), imagem muito profissional, páginas que processam rápida e bem organizada. A Kwenha tem um bom podcast e pare...

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