Diante desse cenário, qual o futuro dos futuros jornalistas?
Nesse artigo, vou responder a essa questão e apresentar uma nova ferramenta que ex-jornalistas do Estados Unidos utilizam e permite ganhar milhões.
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Por: Francisco Inácio (jornalista e formador)
Para: estudantes de jornalismo e a quem interessar
Caros formandos do CEFOJOR, estudantes de jornalismo, e membros do MasterClass “Jornalistas do Futuro”, esse é o primeiro conteúdo que partilho convosco.
Recentemente, o secretário geral do Sindicato de Jornalistas de Angola, Teixeira Cândido, pediu audiência para ser recebido pelo Presidente da República.
Teixeira Cândido foi pedir socorro ao presidente (para saber mais sobre esse assunto, leia jornal O País).
Acontece que 20 mil jornalistas correm o risco de perder emprego em Angola devido a crise económica que o país atravessa desde 2015 e, ultimamente, em consequência do encerramento de muitas empresas jornalísticas devido a pandemia do covid19 (e alguns por motivos políticos).
A questão que fica no ar é: e agora, que emprego terão os futuros jornalistas se as empresas estão a falir?
Realmente, o ambiente de trabalho não é bom nesse momento. Mas, uma coisa tenho certeza: essa crise passará, mais cedo ou mais tarde.
Aliás, é nas crises que surgem grandes oportunidades.
Eu, particularmente, ao invés de cair na lamúria, estou a aproveitar essa crise do covid19 para inovar a forma como se ensina e se faz jornalismo no séc. XX. Criei uma escola de jornalismo online, que inicia atividade em Julho próximo.
As empresas jornalística do nosso país ainda não despertaram para a Era da Informação Digital que o mundo vive e para a necessidade de se reinventarem.
Em pleno século da Internet, continuamos a fazer o jornalismo que se praticava no séc. XX.
Tentei incentivar os meus ex-chefes na Edições Novembro E.P, vulgo Jornal de Angola. Mas, por ser uma empresa pública, a cultura de inovação é negligenciada, porque fazendo bem ou mal o jornal sai à rua e o salário cai sempre certo. A torneira financeira do Estado continua a jorrar dinheiro.
A mesma sorte não tiveram os jornais privados, que não sendo também inovadores e não tendo o apoio financeiro do Estado cairam na desgraça e faliram devido às razões mencionadas anteriormente.
Mas, e agora? O que será de vocês que se formam na esperança de se tornarem jornalistas?
Eu reitero o que disse anteriormente: a crise económica e o coronavírus vão passar, mais cedo ou mais tarde.
Só peçam a Deus e se cuidem para sobreviver a tempestade. Mas, há uma coisa que devem fazer: preparar-se para a fase de bonanças, porque “depois da tempestade, vem a bonança”, diz o velho adágio.
Mas como, Francisco?
Eu respondo.
A formação (aliada ao espírito de inovação e empreededorismo) é a principal ferramenta para se manterem preparados diante das piores adversidade. Não deixem de investir na vossa formação profissional.
Eu disse INVESTIR, porque há quem pense que pagar cursos caros é um GASTO que pesa no bolso. Não é.
Além disso, o jornalismo oferece áreas de atuação alternativas, tais como:
1. Assessoria de imprensa
2. Serviço de Porta-voz
3. Mestre de cerimónia
4. Marketig e comunicação
5. Ghostwriter (escritor de “aluguer”)
6. Copwriter e bloguista
7. Podcaster ou youtuber
Só para citar esses.
Aliás,
Vocês já ouviram falar de Marketing de Conteúdo?
É algo novo entre nós, mas muito semelhante ao jornalismo. Basicamente consiste em produzir conteúdo (informações) relevantes, úteis ou educativos para converter leitores em clientes. Ou leitores em audiência e audiência em receitas.
O marketing de conteúdo usa e mistura técnicas de redação jornalística com técnicas de redação publicitária para entregar informações (entretenimento ou conhecimento) que as pessoas buscam na internet e ao mesmo tempo vender produtos ou serviços relacionados a essas informações.
Por isso se chama Marketing de Conteúdo.
Para melhor perceberes, seria ótimo participares no curso sobre Marketing de Conteúdo que estou a preparar 8aliás, acabo de usar essa ferramenta, se percebeste...).
Tenho certeza que o Marketing de Conteúdo é ou será uma alternativa quando não poderes exercer o jornalismo tradicional.
E o melhor é que ganha-se muito mais dinheiro com Marketing de Conteúdo do que com Jornalismo. E tem menos estress e nenhum problema com fontes ou políticos.
Se recebeu esse texto via email, veja anexo um exemplo de Marketing Digital da minha autoria ou pressione a tecla ctrl e dê um clique para abrires o
seguinte link:
Quanto pagarias pela Sabedoria de 295 dos melhores escritores do mundo?
Se não conseguires, copie e cola na barra de navegação do Google esse link: https://drive.google.com/open?id=1J3rW9W7wH7HmMaJhPmsG5v-OdcOK1r86
Nesse artigo, vou responder a essa questão e apresentar uma nova ferramenta que ex-jornalistas do Estados Unidos utilizam e permite ganhar milhões.
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Por: Francisco Inácio (jornalista e formador)
Para: estudantes de jornalismo e a quem interessar
Caros formandos do CEFOJOR, estudantes de jornalismo, e membros do MasterClass “Jornalistas do Futuro”, esse é o primeiro conteúdo que partilho convosco.
Recentemente, o secretário geral do Sindicato de Jornalistas de Angola, Teixeira Cândido, pediu audiência para ser recebido pelo Presidente da República.
Teixeira Cândido foi pedir socorro ao presidente (para saber mais sobre esse assunto, leia jornal O País).
Acontece que 20 mil jornalistas correm o risco de perder emprego em Angola devido a crise económica que o país atravessa desde 2015 e, ultimamente, em consequência do encerramento de muitas empresas jornalísticas devido a pandemia do covid19 (e alguns por motivos políticos).
A questão que fica no ar é: e agora, que emprego terão os futuros jornalistas se as empresas estão a falir?
Realmente, o ambiente de trabalho não é bom nesse momento. Mas, uma coisa tenho certeza: essa crise passará, mais cedo ou mais tarde.
Aliás, é nas crises que surgem grandes oportunidades.
Eu, particularmente, ao invés de cair na lamúria, estou a aproveitar essa crise do covid19 para inovar a forma como se ensina e se faz jornalismo no séc. XX. Criei uma escola de jornalismo online, que inicia atividade em Julho próximo.
As empresas jornalística do nosso país ainda não despertaram para a Era da Informação Digital que o mundo vive e para a necessidade de se reinventarem.
Em pleno século da Internet, continuamos a fazer o jornalismo que se praticava no séc. XX.
Tentei incentivar os meus ex-chefes na Edições Novembro E.P, vulgo Jornal de Angola. Mas, por ser uma empresa pública, a cultura de inovação é negligenciada, porque fazendo bem ou mal o jornal sai à rua e o salário cai sempre certo. A torneira financeira do Estado continua a jorrar dinheiro.
A mesma sorte não tiveram os jornais privados, que não sendo também inovadores e não tendo o apoio financeiro do Estado cairam na desgraça e faliram devido às razões mencionadas anteriormente.
Mas, e agora? O que será de vocês que se formam na esperança de se tornarem jornalistas?
Eu reitero o que disse anteriormente: a crise económica e o coronavírus vão passar, mais cedo ou mais tarde.
Só peçam a Deus e se cuidem para sobreviver a tempestade. Mas, há uma coisa que devem fazer: preparar-se para a fase de bonanças, porque “depois da tempestade, vem a bonança”, diz o velho adágio.
Mas como, Francisco?
Eu respondo.
A formação (aliada ao espírito de inovação e empreededorismo) é a principal ferramenta para se manterem preparados diante das piores adversidade. Não deixem de investir na vossa formação profissional.
Eu disse INVESTIR, porque há quem pense que pagar cursos caros é um GASTO que pesa no bolso. Não é.
Além disso, o jornalismo oferece áreas de atuação alternativas, tais como:
1. Assessoria de imprensa
2. Serviço de Porta-voz
3. Mestre de cerimónia
4. Marketig e comunicação
5. Ghostwriter (escritor de “aluguer”)
6. Copwriter e bloguista
7. Podcaster ou youtuber
Só para citar esses.
Aliás,
só um jornalista preparado, aquele que aposta em cursos para adquirir novas habilidades, é que consegue se safar ou sobreviver diante de uma crise de falta de empregos nos órgãos tradicionais da comunicação social.Eu, por exemplo, estou nesse momento a investir em cursos para me tornar um Especialista em Marketing de Conteúdo por causa da minha experiência com a escrita.
Vocês já ouviram falar de Marketing de Conteúdo?
É algo novo entre nós, mas muito semelhante ao jornalismo. Basicamente consiste em produzir conteúdo (informações) relevantes, úteis ou educativos para converter leitores em clientes. Ou leitores em audiência e audiência em receitas.
O marketing de conteúdo usa e mistura técnicas de redação jornalística com técnicas de redação publicitária para entregar informações (entretenimento ou conhecimento) que as pessoas buscam na internet e ao mesmo tempo vender produtos ou serviços relacionados a essas informações.
Por isso se chama Marketing de Conteúdo.
Para melhor perceberes, seria ótimo participares no curso sobre Marketing de Conteúdo que estou a preparar 8aliás, acabo de usar essa ferramenta, se percebeste...).
Tenho certeza que o Marketing de Conteúdo é ou será uma alternativa quando não poderes exercer o jornalismo tradicional.
E o melhor é que ganha-se muito mais dinheiro com Marketing de Conteúdo do que com Jornalismo. E tem menos estress e nenhum problema com fontes ou políticos.
Se recebeu esse texto via email, veja anexo um exemplo de Marketing Digital da minha autoria ou pressione a tecla ctrl e dê um clique para abrires o
seguinte link:
Quanto pagarias pela Sabedoria de 295 dos melhores escritores do mundo?
Se não conseguires, copie e cola na barra de navegação do Google esse link: https://drive.google.com/open?id=1J3rW9W7wH7HmMaJhPmsG5v-OdcOK1r86

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