Após a cerimônia do casamento e a viagem de lua de mel, Norberto e Rosângela estavam em casa conversando sobre seu futuro. Eles estavam muito felizes porque se amavam muito, porém ambos tinham apenas uma preocupação: Norberto estava endividado e desempregado.
“E agora, o que fazer?”, eles ponderaram. Nos dias seguintes, Norberto afirma ter atravessado um período de profunda introspecção e meditação, após o qual sentiu um impulso, uma inspiração, como se uma voz interior lhe dissesse: “Você pode ser jardineiro”. Ele fez de conta que nem ouviu esse sussurro. Em seu íntimo, ele pensava: “Sempre quis ser um executivo, trabalhar em escritório com ar-condicionado, vestir camisa branca e gravata. Ser jardineiro? Nem pensar. Trabalhar debaixo do sol, debaixo da chuva, ficar com as roupas e as mãos sujas de terra. O que minha esposa pensará? O que ela dirá?”.
Contudo, aquela vozinha interior continuava a lhe dizer: Você pode ser um jardineiro. E, como ele estava desempregado e precisava sustentar a família, resolveu acreditar em sua intuição e se aventurar como jardineiro. Concluiu que só precisaria de uma tesoura e poucas ferramentas para começar a trabalhar. Mesmo sem experiência, treinamento ou qualificação, e imbuído somente do espírito milionário, ele começou a limpar os primeiros jardins. Em menos de noventa dias sua agenda estava lotada de clientes. Passados mais alguns meses, ele já estava
recusando serviço de pessoas, que agora vinham bater à sua porta. Nesse momento, Norberto afirma ter tido uma segunda inspiração: “Posso continuar trabalhando sozinho ou posso dividir esse mercado com ajudantes, auxiliares e assistentes”.
Resolveu, então, contratar alguns ajudantes, e logo tinha uma equipe de jardineiros trabalhando para ele. Passados mais alguns meses, Norberto percebeu que as “madames” gastavam mais dinheiro com plantas, flores, árvores, terra e adubo do que com o serviço que ele prestava. Esse foi outro momento decisivo em sua trajetória empresarial: “Abandonar os jardins, abandonar os ajudantes, somente vender produtos aos clientes? Será que posso conciliar as duas atividades?”.
Naquele momento, Norberto sentiu que poderia aumentar significativamente sua renda se mantivesse os clientes e também fizesse o fornecimento de plantas. A essa altura, já faturava o suficiente para comprar uma Kombi usada, com a qual ele mesmo fazia as compras e as entregas. Depois de conversar com sua esposa e entusiasmado com o florescimento do
negócio, alugou um terreno e montou uma pequena floricultura.
Rosângela cuidava do balcão, e ele se encarregava dos jardins, dos ajudantes, da clientela e agora das compras e da direção do novo negócio. Mais tarde, já bastante convencido do sucesso de seu empreendimento e vislumbrando o horizonte verde e florido diante de si, adquiriu coragem para transferir sua atividade para o conceituado bairro do Morumbi, em São Paulo.
Norberto Carlos Lopes se tornou proprietário de uma empresa bem-sucedida de jardinagem e paisagismo na capital paulista. Ele passou a atender tanto a residências quanto empresas. Ao longo de uma carreira espinhosa, mas muito próspera, Norberto conseguiu acumular uma pequena fortuna. Com os recursos poupados construiu, alugou e vendeu várias casas.
Seu maior empreendimento foi a aquisição de uma área magnífica, onde ele construiu, com recursos próprios, um hotelestância em Águas de São Pedro, no interior de São Paulo.~
Extraido do livro“Desperte o Milionário que Há em Voce” Carlos Wizard Martins.
“E agora, o que fazer?”, eles ponderaram. Nos dias seguintes, Norberto afirma ter atravessado um período de profunda introspecção e meditação, após o qual sentiu um impulso, uma inspiração, como se uma voz interior lhe dissesse: “Você pode ser jardineiro”. Ele fez de conta que nem ouviu esse sussurro. Em seu íntimo, ele pensava: “Sempre quis ser um executivo, trabalhar em escritório com ar-condicionado, vestir camisa branca e gravata. Ser jardineiro? Nem pensar. Trabalhar debaixo do sol, debaixo da chuva, ficar com as roupas e as mãos sujas de terra. O que minha esposa pensará? O que ela dirá?”.
Contudo, aquela vozinha interior continuava a lhe dizer: Você pode ser um jardineiro. E, como ele estava desempregado e precisava sustentar a família, resolveu acreditar em sua intuição e se aventurar como jardineiro. Concluiu que só precisaria de uma tesoura e poucas ferramentas para começar a trabalhar. Mesmo sem experiência, treinamento ou qualificação, e imbuído somente do espírito milionário, ele começou a limpar os primeiros jardins. Em menos de noventa dias sua agenda estava lotada de clientes. Passados mais alguns meses, ele já estava
recusando serviço de pessoas, que agora vinham bater à sua porta. Nesse momento, Norberto afirma ter tido uma segunda inspiração: “Posso continuar trabalhando sozinho ou posso dividir esse mercado com ajudantes, auxiliares e assistentes”.
Resolveu, então, contratar alguns ajudantes, e logo tinha uma equipe de jardineiros trabalhando para ele. Passados mais alguns meses, Norberto percebeu que as “madames” gastavam mais dinheiro com plantas, flores, árvores, terra e adubo do que com o serviço que ele prestava. Esse foi outro momento decisivo em sua trajetória empresarial: “Abandonar os jardins, abandonar os ajudantes, somente vender produtos aos clientes? Será que posso conciliar as duas atividades?”.
Naquele momento, Norberto sentiu que poderia aumentar significativamente sua renda se mantivesse os clientes e também fizesse o fornecimento de plantas. A essa altura, já faturava o suficiente para comprar uma Kombi usada, com a qual ele mesmo fazia as compras e as entregas. Depois de conversar com sua esposa e entusiasmado com o florescimento do
negócio, alugou um terreno e montou uma pequena floricultura.
Rosângela cuidava do balcão, e ele se encarregava dos jardins, dos ajudantes, da clientela e agora das compras e da direção do novo negócio. Mais tarde, já bastante convencido do sucesso de seu empreendimento e vislumbrando o horizonte verde e florido diante de si, adquiriu coragem para transferir sua atividade para o conceituado bairro do Morumbi, em São Paulo.
Norberto Carlos Lopes se tornou proprietário de uma empresa bem-sucedida de jardinagem e paisagismo na capital paulista. Ele passou a atender tanto a residências quanto empresas. Ao longo de uma carreira espinhosa, mas muito próspera, Norberto conseguiu acumular uma pequena fortuna. Com os recursos poupados construiu, alugou e vendeu várias casas.
Seu maior empreendimento foi a aquisição de uma área magnífica, onde ele construiu, com recursos próprios, um hotelestância em Águas de São Pedro, no interior de São Paulo.~
Extraido do livro“Desperte o Milionário que Há em Voce” Carlos Wizard Martins.
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