“Aquilo que o rico faz em último, o pobre faz em primeiro”, afirma Robert Kyosaki, autor do livro “Pai Rico Pai Pobre”, um dos mais vendidos no mundo dos negócios. Recomendo muito a quem pretende seguir a carreira de empreendedor. Exemplo: o rico primeiro investe, só depois utiliza o lucro para gastar. O pobre gasta primeiro, depois é que pensa investir com o que sobra. E quase nunca sobra. Depois reclama: “o que ganho só dá para pagar as contas!”. Claro, se priora os gastos, ao invés de investimentos, é lógico que terá mais contas para pagar.
A primeira coisa que pessoas “não ricas” fazem quando conseguem um bom dinheiro é gastar. Isso mesmo, gastar. Atender e priorizar os desejos, esquecendo às vezes a primazia que o empreendedor deve dar a necessidade de investir, investir e investir cada vez mais até que esses investimentos lhe ofereçam um rendimento bem alto para depois gastar parte dele e desfrutar da vida sem precisar se esforçar demais.
Agora que estamos em crise, as desculpas aumentaram. Tudo é justificado com a crise. No tempo da guerra civil em Angola, que felizmente acabou em 2002, todo mundo pegava a guerra como desculpa para tudo, principalmente os governantes, e o povo seguiu a retórica da desculpa da guerra. Agora o que está na moda é a crise.
O empregador paga menos por causa da crise. O pai não dá sustento por causa da crise. O moço que engravidou aquela moça não assume a responsabilidade por causa da crise. Não há emprego por causa da crise. Tudo é por causa da crise. Não há mais hospitais por causa da crise. Não há melhores condições de vida por causa da crise. Crise virou uma boa desculpa para justificar de tudo um pouco.
É verdade que a crise limita a nossa capacidade de fazer algumas coisas mas, por outro lado, aumenta a nossa capacidade criativa e pressiona o nosso cérebro e o nosso intelecto a trabalharem mais e melhor para dar solução aos vários problemas que surgem.
É nos momentos difíceis que muitas vezes fazemos o que pensávamos que era impossível. No fundo, a crise aparece para nos alertar da necessidade de mudar algo que fazemos errado. É como a dor, ela doi mas dá-te sinal de que algo está mal no organismo. Quando isso acontece, você tem duas hipóteses: ou fazes algo para acabar com a dor, ou morres. Com a crise acontece o mesmo, ou o empreendedor encontra uma solução para sair dela, ou morre (entra em falência).
Na vida sempre teremos dores, assim como sempre teremos crises. O importante é saber ultrapassá-la e seguir em frente.
Oportunidades
Para os grandes empreendedores, a crise é o melhor momento para investir e enriquecer. Em épocas de crise, o empreendedor vê oportunidades onde a maioria enxerga a desgraça. Enquanto todos choram, ele aproveita para vender lenços. Quando todos vendem bens de valor a preços baixos, ele aproveita comprar para revender quando a crise passar. Enquanto uns despedem os seus melhores funcionários, ele aproveita para contratar talentos com propostas antes desprezíveis para estes talentos. Enfim, há muitos exemplos que caberiam num livro de 1.000 páginas. Portanto, a mensagem é: tire o máximo proveito da crise.
A primeira coisa que pessoas “não ricas” fazem quando conseguem um bom dinheiro é gastar. Isso mesmo, gastar. Atender e priorizar os desejos, esquecendo às vezes a primazia que o empreendedor deve dar a necessidade de investir, investir e investir cada vez mais até que esses investimentos lhe ofereçam um rendimento bem alto para depois gastar parte dele e desfrutar da vida sem precisar se esforçar demais.
Agora que estamos em crise, as desculpas aumentaram. Tudo é justificado com a crise. No tempo da guerra civil em Angola, que felizmente acabou em 2002, todo mundo pegava a guerra como desculpa para tudo, principalmente os governantes, e o povo seguiu a retórica da desculpa da guerra. Agora o que está na moda é a crise.
O empregador paga menos por causa da crise. O pai não dá sustento por causa da crise. O moço que engravidou aquela moça não assume a responsabilidade por causa da crise. Não há emprego por causa da crise. Tudo é por causa da crise. Não há mais hospitais por causa da crise. Não há melhores condições de vida por causa da crise. Crise virou uma boa desculpa para justificar de tudo um pouco.
É verdade que a crise limita a nossa capacidade de fazer algumas coisas mas, por outro lado, aumenta a nossa capacidade criativa e pressiona o nosso cérebro e o nosso intelecto a trabalharem mais e melhor para dar solução aos vários problemas que surgem.
É nos momentos difíceis que muitas vezes fazemos o que pensávamos que era impossível. No fundo, a crise aparece para nos alertar da necessidade de mudar algo que fazemos errado. É como a dor, ela doi mas dá-te sinal de que algo está mal no organismo. Quando isso acontece, você tem duas hipóteses: ou fazes algo para acabar com a dor, ou morres. Com a crise acontece o mesmo, ou o empreendedor encontra uma solução para sair dela, ou morre (entra em falência).
Na vida sempre teremos dores, assim como sempre teremos crises. O importante é saber ultrapassá-la e seguir em frente.
Oportunidades
Para os grandes empreendedores, a crise é o melhor momento para investir e enriquecer. Em épocas de crise, o empreendedor vê oportunidades onde a maioria enxerga a desgraça. Enquanto todos choram, ele aproveita para vender lenços. Quando todos vendem bens de valor a preços baixos, ele aproveita comprar para revender quando a crise passar. Enquanto uns despedem os seus melhores funcionários, ele aproveita para contratar talentos com propostas antes desprezíveis para estes talentos. Enfim, há muitos exemplos que caberiam num livro de 1.000 páginas. Portanto, a mensagem é: tire o máximo proveito da crise.
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