Os jornais impressos passam por uma crise sem precedente. Jornais centenários e revistas de grande prestígio internacionais estão a falir. Por cá, a coisa não é muito diferente. Títulos como A Capital, Semanário Angolense, Agora, entre outros, fecharam as portas ou estão à beira da falência. Segundo a Marktest, empresa angolana de estudos de audiência, só no primeiro semestre deste ano houve uma redução de anúncios acima dos 60% comparativamente ao mesmo período do ano passado. O Wall Street Journal afirmou recentemente que os gastos globais com anúncios em jornais impressos devem diminuir 8,7% este ano. O declínio das receitas publicitárias nos jornais impresso é um facto mundial óbvio e evidente. Os anunciantes estão reduzindo cada vez mais os investimentos em jornais e revistas impressos, a favor das midias digitais. “Operamos numa época em que as condições de mercado estão a mudar rapidamente, principalmente no mundo da publicidade impressa”, escreveu Gerard Baker, editor-chefe do WSJ, num memorando aos funcionários do referido jornal. “São dias de mudanças aceleradas no negócio de jornais”, disse, acrescentando que o WSJ tem um plano de reformulação das suas edições impressas que incluirá o agrupamento de secções e outras medidas de redução de custos, com a meta de tornar o jornal impresso mais sustentável no longo prazo e ajudar a acelerar a transformação digital da redacção. Quanto a resposta da questão no título é NÃO. Apesar de muitos títulos nacionais terem falido, os jornais continuarão a existir, mas o seu tamanho de mercado registará uma redução significativa, quase residual, a favor das novas tecnologias de informação digital cujo uso se baseia no smartphone e outros dispositivos tecnológicos.
Os jornais impressos passam por uma crise sem precedente. Jornais centenários e revistas de grande prestígio internacionais estão a falir. Por cá, a coisa não é muito diferente. Títulos como A Capital, Semanário Angolense, Agora, entre outros, fecharam as portas ou estão à beira da falência. Segundo a Marktest, empresa angolana de estudos de audiência, só no primeiro semestre deste ano houve uma redução de anúncios acima dos 60% comparativamente ao mesmo período do ano passado. O Wall Street Journal afirmou recentemente que os gastos globais com anúncios em jornais impressos devem diminuir 8,7% este ano. O declínio das receitas publicitárias nos jornais impresso é um facto mundial óbvio e evidente. Os anunciantes estão reduzindo cada vez mais os investimentos em jornais e revistas impressos, a favor das midias digitais. “Operamos numa época em que as condições de mercado estão a mudar rapidamente, principalmente no mundo da publicidade impressa”, escreveu Gerard Baker, editor-chefe do WSJ, num memorando aos funcionários do referido jornal. “São dias de mudanças aceleradas no negócio de jornais”, disse, acrescentando que o WSJ tem um plano de reformulação das suas edições impressas que incluirá o agrupamento de secções e outras medidas de redução de custos, com a meta de tornar o jornal impresso mais sustentável no longo prazo e ajudar a acelerar a transformação digital da redacção. Quanto a resposta da questão no título é NÃO. Apesar de muitos títulos nacionais terem falido, os jornais continuarão a existir, mas o seu tamanho de mercado registará uma redução significativa, quase residual, a favor das novas tecnologias de informação digital cujo uso se baseia no smartphone e outros dispositivos tecnológicos.
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