O empresário angolano Bartolomeu Dias possui uma fortuna pessoal avaliada em cerca de 400 milhões de dólares norte-americanos. Dinheiro que conseguiu começando como pequeno importador de roupas do brasil, depois viaturas da Europa, alimentos, ate chegar onde chegou. Hoje dirige um imperio empresarial composta por 13 empresas.
O seu actual objectivo 'e tornar-se bilionario. Para concretizar essa meta, que ira coloca-lo na lista dos mais ricos do mundo da revista Forbes, ele tem em carteira projectos de investimentos estimados em 400 milhões de dólares, s serem implementados em breve. Em uma entrevista que me concedeu no ano passado, ele falou sobre os seus negócios no ramo da aviação - sua grande paixão.
O seu actual objectivo 'e tornar-se bilionario. Para concretizar essa meta, que ira coloca-lo na lista dos mais ricos do mundo da revista Forbes, ele tem em carteira projectos de investimentos estimados em 400 milhões de dólares, s serem implementados em breve. Em uma entrevista que me concedeu no ano passado, ele falou sobre os seus negócios no ramo da aviação - sua grande paixão.
A DIEXIM EXPRESS, empresa angolana do ramo da aviação, voa para os principais aeroportos do país sob o lema “a maneira mais fácil e seguro de voar para o interior do país”. Mas, a meta de longo prazo não pára por aí. O proprietário da empresa, Bartolomeu Dias, almeja um dia realizar voos para além das fronteiras nacionais. Para começar, a capital da vizinha Namíbia, Windhoek, está no topo da lista no que toca às rotas regionais.
Enquanto aguarda o momento propício para estes desafios, ele arregaça as mangas e se dedica nos projectos de investimentos internos para alcançar objectivos de curto prazo. Um deles é a intenção de desembolsar cerca de 1,6 milhões de dólares na construção de um hangar moderno. Segundo ele, o objectivo deste investimento é melhorar os seus serviços, proporcionando maior conforto e segurança aos seus clientes. Para além, é claro, de querer distanciar-se da concorrência. “A Diexim é a empresa privada do sector com maior investimento. Até agora somos os únicos com um espaço próprio (aerogare) para o estacionamento de aviões” sublinhou.
A actual situação do sector doméstico da aviação civil, caracterizada pela aposta do Governo de reabilitar e modernizar cerca de 30 aeroportos em todo o território nacional, apresenta boas perspectivas de negócios e também grandes desafios aos investidores.
Recentemente foram fechadas seis companhias aéreas por não apresentarem condições de serviços e segurança exigidas pelo Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC) no âmbito do programa de modernização do sector. Mas, a realização do Campeonato Africano de Futebol, a construção do novo aeroporto internacional de Luanda e a previsão de aumento do fluxo de passageiros de um para três milhões nos próximos anos garantem um ambiente para investidores do sector.
Foi prevendo este contexto de mercado que a Diexim, que funcionava apenas com uma aeronave quando foi criada em 2003, investiu na aquisição de mais sete novas aeronaves com vista a poder atender a demanda projectada. Durante os seis anos de existência, a Diexim cresceu e conta hoje com um total de oito aeronaves, nomeadamente um Embraer 145, com capacidade para 50 passageiros, um Learjet 45, um King 350 e cinco Embraer 120 com capacidade para 30 lugares cada.
“O negócio de aviação não é fácil de gerir” afirma o empresário Bartolomeu Dias, “porque são vários os factores que contribuem para o sucesso ou insucesso. Por isso, temos a nossa visão estratégica definida e metas bem traçadas para atingirmos os nossos objectivos”.
A saída da TAAG da lista de companhias proibidas de voar o espaço aéreo europeu é vista como uma vitória de todos os angolanos, sobretudo para o sector da aviação civil. Empresários do ramo afirmam que isto era necessário para que “os estrangeiros possam acreditar na capacidade das instituições que tutelam a aviação civil em Angola.
O CAN 2010
A realização do Campeonato Africano de futebol em Angola, a partir de Janeiro de 2010, não é um facto que passa despercebido para as empresas do ramo da aviação, do turismo e não só. Considerando que os aeroportos nacionais serão o primeiro “cartão postal” das nossas cidades e factor determinante da imagem do país diante dos participantes do evento de cariz internacional, a Diexim garante que vai juntar-se aos esforços das autoridades para garantir uma boa imagem do país neste campeonato.
Para efeito, segundo garantiu Bartolomeu Dias, a empresa tem já disponíveis pacotes turísticos para oferecer aos turistas que virão para Angola. “O pais todo está a ser mobilizado para este grande evento e a Diexim, como transportadora, não pode estar de fora. Estamos a empreender esforços para melhorarmos os nossos serviços. Porque para nós não é só o lucro que conta, mas também é a imagem do país que está em causa” referiu.
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